Para quem ainda não sabe ou não se recorda, Mirassol tem o péssimo recorde de ter em toda sua história política, três prefeitos cassados politicamente.
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Um último ainda conseguiu supensão e se livrar junto ao Supremo Tribunal, em Brasília, e encerrou mandato.
O atual prefeito já conseguiu se livrar de cinco denúncias de possíveis irregularidades e por pouco não acaba sendo cassado também.
É visível a maioria dos motivos que levaram a tais ações. Mesmo que ilegais, alguns caminham tranquilos; já outros, são alvos de constantes denúncias, às vezes até infundadas, apenas por pressão político- partidária.
O que fica inaceitável no momento em que vivemos hoje, é que uma Câmara, em verdadeira campanha, cria um projeto de Lei que seu próprio jurídico alega inconstitucional, percorre trajeto com vetos e derrubadas e, por fim, sancionada.
O motivo é mais do que justo: visa baratear mais um imposto criado para o munícipe, mas a questão não deve ser pura e simplesmente politiqueira, e sim uma questão de ordem na comunidade e, principalmente, em quem propõe e faz cumprir as leis.
Mesmo assim, foi criada uma discussão que acaba levando ao descrédito de todas as ações e, acima de tudo, desmerecendo por parte de toda comunidade, a credibilidade daqueles que têm o aval de serem os responsáveis pelo futuro da cidade, mesmo que temporariamente.
Diante disso, dos descréditos e manobras jurídicas, a decisão, mais uma vez, vai recair sobre a lenta Justiça brasileira.






